Aconteceu com a companhia Linhas Aéreas de Angola (TAAG) e não esperaram que o facto fosse noticiado por terceiros: eles próprios tomaram a iniciativa de reportar que a transportadora está a registar “constrangimentos pontuais” na programação de alguns voos domésticos e regionais.
A causa desses constrangimentos são “questões operacionais”, conforme fonte da companhia, fazendo recordar a proactividade que a companhia e bandeira da “Pérola do Índico” tinha nos tempos em que a esfera de comunicação e imagem era gerida por Adam Yussof.
Esta quinta-feira (09 de Abril de 2026) a TAAG distribuiu uma nota de imprensa na qual explica que as “questões operacionais” estão associadas ao processo de manutenção e à recuperação técnica das aeronaves.
Como tal, a TAAG “lamenta” os transtornos causados e reconhece o impacto destas alterações nos planos de viagem dos passageiros.
Nesse sentido, acrescentou que as equipas técnicas e operacionais encontram-se totalmente mobilizadas para acelerar a reposição das aeronaves ao serviço, garantindo o estrito cumprimento dos padrões de segurança e requisitos técnicos da indústria da aviação.
Assim, os passageiros lesados estão a ser acompanhados através do Call Center e dos canais habituais de atendimento, com actualizações contínuas das informações de viagem e disponibilização de soluções alternativas sempre que aplicável.
O documento adianta, ainda, que a recuperação progressiva da disponibilidade operacional da frota vai permitir uma melhoria gradual da regularidade dos serviços, sendo expectável uma estabilização mais consistente a partir do próximo fim-de-semana.
Com isso, a transportadora aérea da terra do poeta António Agostinho Neto reitera o compromisso com a segurança, a fiabilidade operacional e uma comunicação transparente com os passageiros.
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